quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Média cai, mas Corinthians ainda lidera rankings de torcida



Longe da briga pelo título e contra o rebaixamento, além de já estar classificado para a Copa Libertadores de 2013, o Corinthians tem poucos objetivos no Campeonato Brasileiro deste ano. Mesmo assim a sua torcida tem comparecido em peso aos jogos. Afinal, pelo menos até a 25ª rodada, o time paulista liderou os rankings de público e renda. De acordo com dados da Stochos Sports & Entretainment, consultoria especializada em marketing esportivo, a média do público alvinegro até caiu 8,1% em comparação com o ano passado, mas os corintianos ainda estão com grande vantagem.

Em 2011, na 25ª rodada o Corinthians não liderava o Campeonato e nem os rankings de torcida. Em segundo lugar na tabela, a torcida era apenas a quarta mais presente nos estádios. Já nesta temporada, mesmo com a nona posição e a falta de objetivos, a empolgação tem tomado conta dos corintianos. Animados pelos títulos recentes, eles fizeram o time ter uma média de 25.211 torcedores até a 25ª rodada, o que rendeu R$ 728.141,72 aos cofres alvinegros.

"Acredito que a empolgação com o título da Libertadores este ano contribuiu para esses números expressivos. A diferença é bem grande em relação aos demais", destacou César Gualdani, sócio-diretor da Stochos Sports & Entretainment. E de fato a vantagem é grande: na média de público o segundo lugar é o Grêmio, com 18.971 torcedores, quase sete mil a menos que o Corinthians. É o ano de despedida dos gremistas do Olímpico e o time ainda tem feito boa campanha, o que tem aumentado a presença da torcida.

Aliás, entre os candidatos ao título, o Atlético-MG também se destaca positivamente, em terceiro lugar no ranking de público. A média é de 18.309, mais de cinco mil a mais do que no ano passado. Aliás, esse crescimento só é comparável ao do rival Cruzeiro - de 8.722 em 2011 houve um aumento de quase 50%, com 13.027 na média deste ano.

O que também chama atenção nos rankings é a baixa média dos times cariocas. Costumeiramente criticado pelas torcidas, o Engenhão tem recebido média inferior a de dez mil em jogos de Fluminense (8.880), Botafogo (9.765) e até do Flamengo (8.784), que sempre lidera os rankings de torcida pelo Brasil. E em São Januário não tem sido diferente: em boa campanha no Brasileiro, o Vasco tem a pior média dos cariocas - 8.303 torcedores por jogo.

Outro dado negativo é a queda da média de público do Campeonato Brasileiro em geral. Entre os 20 times participantes, apenas quatro têm conseguido aumentar a presença da sua torcida em relação ao ano passado - Cruzeiro, Atlético-MG, Grêmio e Fluminense. As outras equipes terão o desafio de pelo menos conseguir esse aumento nas rodadas restantes do Campeonato Brasileiro

Com Kaká titular e 3 de C. Ronaldo, Real goleia Ajax e vence 2ª



Um dos favoritos à classificação às oitavas de final da Liga dos Campeões da Europa, o Real Madrid vê a vaga cada vez mais próxima. Nesta quarta-feira, a equipe do técnico José Mourinho derrotou o Ajax, em Amsterdã, por 4 a 1, contando com três gols do astro português Cristiano Ronaldo e um golaço do francês Karim Benzema - o finlandês Niklas Moisander descontou para o time da casa.

O Real tem seis pontos e lidera o Grupo D, que tem o Borussia Dortmund na segunda posição com quatro pontos. A equipe alemã empatou com o Manchester City na Inglaterra, sendo que a equipe inglesa tem apenas um ponto. O Ajax, por sua vez, coleciona duas derrotas.

Para a partida na Amsterdam Arena, Mourinho optou por escalar como titular o brasileiro Kaká, que vinha recebendo poucas chances no time. O meia aproveitou a chance dada pelo treinador e teve um desempenho bastante positivo, que contou com assistência para o gol de Benzema.

Kaká formou a linha de armadores do Real junto a José Maria Callejón e Cristiano Ronaldo, sendo que Benzema foi o centroavante titular. Talvez pensando no clássico com o Barcelona no próximo final de semana, Mourinho optou por deixar Mesut Ozil e Angel Di María no banco.

O primeiro gol da partida saiu aos 41min do primeiro tempo. Benzema recebeu pela esquerda e cruzou na área. Marcelo furou a finalização, mas Cristiano Ronaldo completou. Depois do intervalo, aos 2min, o francês fez um lindo gol ao completar de bicicleta o cruzamento de Kaká.

O Ajax mostrou que ainda estava vivo aos 11min: Moisander completou de cabeça contando com falha generalizada da defesa espanhola. As esperanças de uma reação holandesa, entretanto, se findaram aos 34min - Cristiano Ronaldo fez mais um ao chutar de fora da área. O português marcou o terceiro dele no minuto seguinte, ao aproveitar contra-ataque e tocar por cobertura sobre o goleiro Vermeer.


Andrés descarta novo jogo e vê Brasil campeão de Superclássico



O diretor de Seleções da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) Andrés Sanchez praticamente descartou as chances de uma nova partida do Superclássico das Américas ser realizada após o cancelamento do duelo desta quarta-feira devido a uma falha de energia no estádio localizado na cidade de Resistencia. Para ele, o Brasil pode ser considerado campeão do torneio amistoso.

"Tivemos uma reunião entre AFA (Associação Argentina de Futebol), CBF e árbitros e decidimos que o jogo seria cancelado porque não tem condições de jogar. Não tem data para ter outro jogo. Vamos conversar, mas não tem data", disse, explicando a decisão de cancelar o duelo desta noite.

Sobre o futuro do amistoso, que rende um título simbólico ao vencedor, o ex-presidente do Corinthians afirmou que o Brasil deve ser considerado campeão pelo segundo ano consecutivo, já que as chances de uma nova partida ser marcada são pequenas.

"Acho que sim (pode considerar campeão) porque não vai ter outro jogo. Pode-se dizer que sim. A princípio é campeão, mas vamos ter uma reunião", explicou Andrés Sanchez.

No duelo de ida, disputado no Serra Dourada, em Goiânia, o Brasil venceu por 2 a 1, com gol de Neymar no último minuto do confronto. A vitória, que na época apenas amenizou as vaias contra a Seleção e o treinador Mano Menezes, pode ser responsável por dar o título ao Brasil.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Ataque funciona e deixa Palmeiras otimista para jogos sem Barcos

 Obina deve ser titular em pelo menos mais dois jogos do Campeonato Brasileiro. Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

O Palmeiras já teme por antecipação o fato de não contar com Barcos em duas rodadas do Campeonato Brasileiro. No entanto, o desempenho do ataque sem o argentino na noite desta terça-feira, na vitória por 3 a 1 contra o Millionarios, pelas oitavas de final da Copa Sul-Americana, no Pacaembu, animou o treinador Gilson Kleina.
"Claro que sentiríamos o desfalque do Barcos, mas mostramos que temos capacidade de jogar sem ele. Isso é bom, anima, e precisamos seguir com esse ímpeto coletivo", destacou o atacante Luan.
"Graças a Deus consegui fazer um gol. Estava substituindo um grande jogador, que é o Barcos e estava fazendo muitos gols. Mas comigo não foi diferente, tive a oportunidade e marquei", disse o também atacante Obina, em entrevista à Fox Sports.
No duelo contra o Millionarios, o provável substituto de Barcos, Obina, foi o autor do primeiro gol. O meia Tiago Real marcou o segundo, e o outro atacante em campo, Luan, fez o terceiro.
Barcos vai atuar no final de semana no clássico contra o São Paulo, no Morumbi, e desfalca o Palmeiras nas duas rodadas seguintes, contra Coritiba e Náutico.
O time ainda estuda a possibilidade de fretar um voo para o jogador, que defenderá a seleção argentina nas Eliminatórias da Copa do Mundo, para que possa atuar frente o Bahia, em Salvador, no dia 17 de outubro.

Por bi simbólico e fôlego extra a Mano, Brasil reencontra "Argentina B"

 Uma vitória nesta quarta-feira poderia ajudar o treinador a retomar um fôlego extra no cargo de selecionador do escrete nacional. Foto: Fernando Borges/Terra

A Seleção Brasileira volta a entrar em campo nesta quarta-feira, desta vez para buscar mais um título simbólico na era Mano Menezes: o do Superclássico das Américas, torneio conquistado também no ano passado. Para isso, o time verde e amarelo precisa apenas empatar com uma espécie de "time B" da Argentina em duelo marcado para as 22h (de Brasília), no Estádio Olímpico, na pacata cidade de Resistência, para celebrar o bicampeonato da competição.
O Brasil triunfou por 2 a 1 no confronto de ida, há duas semanas, no Estádio Serra Dourada, em Goiânia, e por isso chega a Resistência com a vantagem de poder empatar para erguer o caneco. Na ocasião, o corintiano Martínez abriu o placar para a equipe visitante no início do duelo, enquanto Paulinho empatou e Neymar deixou a Seleção na frente apenas aos 48min do segundo tempo, depois de muitas vaias do público goiano pela má atuação nacional.
A Argentina, na partida em questão, entrou em campo com a seguinte formação: Ustari; Desábato, Seba Domínguez e Lisandro López; Peruzzi, Maxi Rodríguez, Braña, Guiñazu e Clemente Rodríguez; Martínez e Barcos. O time, por possuir entre os convocados apenas atletas que atuam nos dois países graças ao regulamento do torneio, é totalmente diferente da equipe titular argentina que disputa as Eliminatórias para o Mundial de 2014, ao contrário do Brasil, que possui seus maiores expoentes atuando em solo próprio.
Contra o Paraguai, por exemplo, a escalação contou com apenas Braña (do Estudiantes) entre os titulares. Os demais envolvidos na formação principal foram exclusivamente com jogadores que atuam na Europa, como Romero, Campagnaro, Fernández, Garay, Rojo, Gago, Di María, Messi, Lavezzi e Higuaín, em duelo que terminou com triunfo por 4 a 1. Para o compromisso desta quarta, o técnico Alejandro Sabella deve apenas promover a entrada do cruzeirense Montillo na vaga de Lisandro Lópes, mandando a campo um time mais ofensivo pela necessidade da vitória.
"Um jogo de futebol envolve duas propostas. Provavelmente a Argentina não queria ser defensiva aqui e gostaria de ser ofensiva, mas nossa atuação não deixou isso. O que joga melhor se sobrepõe à proposta do outro. Espero a Argentina mais forte ofensivamente para o segundo jogo. O Sabella gosta de uma linha de três zagueiros, com alas mais à frente, e isso pode alterar um pouco e dar dificuldade de sair jogando", analisou o técnico Mano Menezes.
O comandante verde e amarelo, aliás, ainda não havia decidido até esta terça-feira qual seria a equipe titular para o duelo. A possibilidade de repetir a escalação do primeiro jogo não existe, já que Luis Fabiano foi cortado por lesão, e o treinador trabalha com outras três alternativas. Ao invés de simplesmente promover a entrada de Leandro Damião entre os 11 que formam o time principal, o treinador pode optar por uma tática mais defensiva, visando simplesmente segurar o empate.
Nesse caso, Mano trabalhou nesta terça, no CT Joaquim Grava, do Corinthians, com Arouca formando o meio-campo ao lado dos também volantes Ralf e Paulinho, além de Thiago Neves e Lucas abertos pelas alas e Neymar atuando mais centralizado. Essa deve ser a formação principal, junto ao goleiro Jefferson e os defensores Lucas Marques, Réver, Dedé e Fábio Santos. Contudo, Mano também sinalizou com a manutenção do são-paulino Jadson no setor de criação ao lado de Thiago Neves, mantendo Arouca no banco de reservas.
"Deixo para avisar aos atletas apenas nesta quarta-feira. Futebol é assim, quando queremos falar sobre isso os outros não querem e vice-versa. Não passei para eles a formação que vamos iniciar, trabalhei duas alternativas, temos uma terceira que jogamos na partida anterior, e vamos decidir, vou passar aos jogadores e nesta quarta vocês vão saber", finalizou Mano Menezes, que desembarcou na Argentina junto ao elenco na noite desta terça.
Uma nova vitória nesta quarta-feira ainda poderia ajudar o treinador a retomar um fôlego extra no cargo de selecionador do escrete nacional, já que Mano enfrenta um período de turbulência pelos resultados mais recentes da Seleção. As derrotas na Copa América do ano passado e também na decisão dos Jogos Olímpicos desta temporada ainda ecoam de forma negativa entre mídia e torcida - os brasileiros têm vaiado o treinador constantemente em jogos no País. O título simbólico auxiliaria o comandante a respirar no cargo.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Fred e Cavalieri brilham, Flu bate Flamengo e dispara na liderança

 Fred marcou de voleio no 1º tempo e conduziu o Fluminense à vitória no Engenhão. Foto: Dhavid Normando/Photocamera/Divulgação

O Fluminense, com mais uma atuação decisiva do atacante Fred e do goleiro Diego Cavalieri, levou a melhor no clássico contra o Flamengo (1 a 0) e disparou na liderança da Série A do Campeonato Brasileiro. Como o Atlético-MG, concorrente direto pela ponta, empatou com a Portuguesa no sábado, o time tricolor, agora com 59 pontos, abriu seis de vantagem.
Na próxima rodada, o Fluminense, que sacramentou o triunfo com um golaço de voleio de seu camisa 9, terá pela frente outro rival: o Botafogo, que luta pelo G-4. Já o Flamengo, que permaneceu com 34 pontos, receberá o Bahia.
O clássico deste domingo, como todo Fla-Flu que se preze, começou quente. O Fluminense, com um quarteto ofensivo formado por Deco, Thiago Neves, Wellington Nem e Fred, colocou mais a bola no chão e, aos 18min, abriu o placar.
Deco cruzou da direita e Fred, de voleio, marcou um golaço no Engenhão. Com o tento, o camisa 9 contabilizou 13 e se isolou na artilharia da competição. Bruno Mineiro, Luís Fabiano e Vagner Love continuaram com 11.
Em desvantagem, o Flamengo, que derrotou o Atlético-MG no meio da semana, esboçou uma reação imediata. Mas a zaga tricolor continuou bem postada e neutralizou os avanços rubro-negros.
Na volta do intervalo, o Fluminense quase ampliou aos 2min. Thiago Neves cobrou falta e viu a bola beliscar a trave de Felipe e sair pela linha de fundo. Aos 17min, outra chance. Após vacilo da zaga do Flamengo, o time tricolor contra-atacou, mas pecou no último passe. E, aos 23min, Thiago Neves carimbou o travessão.
No entanto, apesar das oportunidades tricolores, os jogadores rubro-negros continuaram tentando, às vezes até na base do desespero. Com isso, aos 32min, o empate quase saiu. Depois de jogada pela esquerda, Cléber Santana ficou de frente para o gol, mas arrematou para fora.
A melhor chance, porém, ocorreu aos 41min. Diguinho derrubou Wellington Silva dentro da área. Pênalti. Mas Bottinelli parou em Diego Cavalieri. A pressão do Flamengo sufocou o rival até o apito final, mas não teve êxito. Três pontos sofridos conquistados pelo Fluminense.
 
 Ficha técnica
FLAMENGO 0 x 1 FLUMINENSE
 
Gol
FLUMINENSE
Fred, aos 17min do primeiro tempo
FLAMENGO: Felipe; Wellington Silva, Frauches, González e Ramon; Amaral (Renato), Ibson, Léo Moura (Bottinelli) e Cleber Santana; Vagner Love e Liedson (Nixon)
Treinador: Dorival Júnior
FLUMINENSE Diego Cavalieri; Bruno Vieira, Gum, Digão e Carlinhos; Edinho, Jean, Deco e Thiago Neves (Wagner); Wellington Nem (Marcos Júnior) e Fred (Diguinho)
Treinador: Abel Braga
 
Cartões amarelos
FLAMENGO: Ramon e Vagner Love
FLUMINENSE: Thiago Neves, Edinho, Fred, Jean, Digão
 
Cartão vermelho
FLAMENGO: Ramon
 
Árbitro
Marcelo de Lima Henrique
 
Local
Estádio do Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)

fonte: http://esportes.terra.com.br/futebol/brasileiro-serie-a/noticias/0,,OI6191757-EI20038,00.html

Fahel marca, Bahia derrota Botafogo e fica longe da degola


 Assim como já havia sido no Brasileiro do ano passado, Fahel marcou contra seu ex-clube. Foto: Felipe Oliveira/Agif/Gazeta Press
O volante Fahel foi bem novamente contra sua ex-equipe neste domingo para ajudar o Bahia a garantir uma importante vitória. Pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro, o time tricolor recebeu no Estádio Pituaçu o Botafogo, que ainda sonha com o G-4, e venceu por 2 a 0, com um gol do ex-jogador do clube carioca. O triunfo deixou a equipe baiana ainda mais longe da zona de rebaixamento, se recuperando assim da derrota na última rodada, para o Internacional.

Com o gol deste domingo, Fahel repetiu a escrita do ano passado, quando também foi às redes no empate por 1 a 1 do Bahia com o Botafogo pelo Brasileiro, em Salvador. O resultado positivo, que teve ainda um gol de Hélder no final do jogo, fez com que o Bahia fosse aos 34 pontos e abrisse sete para o Sport, primeiro time na degola. Já o time carioca vai se complicando na luta por uma vaga na Libertadores do ano que vem, em sétimo na tabela, com 40 pontos, a sete do quarto colocado Vasco.
Pela próxima rodada, o Bahia vai ao Rio de Janeiro para pegar o Flamengo, time que tem a mesma pontuação e também quer afastar de vez a ameaça de queda à Série B. O jogo será na quinta-feira, às 21h (de Brasília), no Engenhão. No mesmo local, mas no sábado, às 18h30, o Botafogo faz o clássico contra o líder e grande candidato ao título Fluminense.
Em Salvador, ambas as equipes entraram em campo com desfalques importantes. O Bahia não tinha o centroavante Souza, lesionado, e o Botafogo definiu instantes antes da partida que pouparia o meia Fellype Gabriel por conta de dores no joelho direito. Elias ganhou uma chance no time baiano e o uruguaio Lodeiro foi para o jogo na equipe carioca.
Vindo de três empates consecutivos, o Botafogo foi mais ofensivo no início e chegou a criar boas chances. No entanto, o gol do Bahia mudou o panorama do jogo, que parecia favorável aos visitantes. A equipe baiana, que até então não havia chegado ao gol de Jefferson, abriu o marcador aos 18min, quando Neto cobrou escanteio na primeira trave e Fahel apareceu para testar firme.
Em vantagem, o Bahia continuou sendo dominado pelo Botafogo, mas ao mesmo tempo se defendia bem para evitar o empate. No final do primeiro tempo, o time carioca quase marcou em uma sequência de boas chances. Primeiro, Andrezinho tabelou com Lodeiro e cruzou na área, mas não havia ninguém para completar. Depois, Lodeiro cabeceou escanteio para fora por pouco.
O segundo tempo veio e o Bahia conseguiu impor de vez a sua estratégia de jogo: se defendendo bem e tentando ampliar a vantagem nos contra-ataques. Liderado por Seedorf, que se desdobrava para tentar marcar e também chegar à frente, o Botafogo sentiu a falta de um centroavante. Sem conseguir concluir as jogadas, ainda acabou levando o segundo em um contragolpe finalizado por Hélder, que driblou Jefferson antes de fazer 2 a 0 e definir a vitória tricolor no Pituaçu.
 
Ficha técnica
 
BAHIA 2 x 0 BOTAFOGO
Gols
BAHIA:
Fahel, aos 18min do 1º tempo, e Hélder, aos 40min do 2º tempo
BAHIA: Marcelo Lomba; Neto, Danny Morais, Titi e Jussandro; Fahel (Fabinho), Diones, Hélder e Zé Roberto (Lulinha); Gabriel e Elias
Treinador: Jorginho
BOTAFOGO: Jefferson; Lucas, Fábio Ferreira, Dória e Márcio Azevedo; Gabriel (Kleberson), Jadson (Vitor Júnior), Seedorf (Bruno Mendes), Lodeiro (Rafael Marques) e Andrezinho; Elkeson
Treinador: Oswaldo de Oliveira
 
Cartões amarelos
BAHIA: Titi
BOTAFOGO: Fábio Ferreira
 
Árbitro
Heber Roberto Lopes (PR)
 
Local
Estádio de Pituaçu, em Salvador (BA)

fonte: http://esportes.terra.com.br/futebol/brasileiro-serie-a/noticias/0,,OI6191744-EI20038,00-Fahel+marca+Bahia+derrota+Botafogo+e+fica+longe+da+degola.html